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Cristhiane de Lis traz o projeto Aquarela Brasileira

18/05/2018

Show acontece no dia 18 de maio, na Reciclaria

“Cristhiane de Lis canta o Brasil em Aquarela Brasileira”. Este é o tema do novo projeto da artista que vem encantando o público da MPB em Sergipe. O projeto Aquarela Brasileira surgiu através da análise dos diversos aspectos culturais do nosso país. Nasce da mistura dos ritmos e das raças, de onde se desenvolveu a música popular, criando assim, novos paradigmas musicais. A partir daí emergiu a necessidade em propagar a riqueza e diversidade cultural da nossa música. O objetivo principal é resgatar uma importante etapa cultural da música popular brasileira, consagrada por nomes como Ary Barroso, Noel Rosa, Cartola, Pixiguinha, Dominguinhos, entre outros.

O projeto ressalta a importância da preservação dos nossos ritmos e traz representações das obras de compositores essenciais, de suma importância para a música brasileira. Leva o público ao resgate de sucessos que hoje estão esquecidos na história. Grandes nomes sergipanos também são lembrados no repertório, como o saudoso Ismar Barreto, e o intrépido Fernando Freitas. Dona da canção Terra Boa de Amar, que estreou o “Sergipe em Canto” (projeto da TV Sergipe, filiada Rede Globo) e premiada na categoria música revelação no Prêmio Destaque Cultura Sergipe 2017, Cristhiane de Lis promete encantar o público, enveredando pelos diversos gêneros musicais como o Samba (samba-canção e samba exaltação), Choro, Ijexá e o Xote. 

O Brasil será cantado em shows intimistas, com duração aproximada de 2 horas. Serão apresentadas releituras das obras de compositores importantes do cenário musical popular brasileiro. A estreia do projeto já está marcada para o dia 18 de maio de 2018, às 21h, no Espaço Reciclaria. Os músicos Fernando Freitas e Manoel Neto acompanharão Cristhiane de Lis no bandolim e no violão de sete cordas. Para abrilhantar a noite de estreia, terá a participação especial do já consagrado Audry da Pedra Azul (Fernando Petrônio). Imperdível.

Release

Cantora e compositora sergipana, natural de Aracaju, Cristhiane de Lis é filha de mãe sergipana e pai baiano. Canta MPB, se destacando na Bossa Nova e no Samba. Com formação em pedagogia, desenvolveu um projeto de estágio “Descobrindo com a música” na escola SESC Sergipe. Dentro da academia desenvolveu o Projeto de Monografia: A música como estratégia de aprendizagem interdisciplinar. Pilota o coral infanto-juvenil da Escola SESI, o “SESI em Canto”.

A sua ligação com a música vem desde criança. O primeiro contato com essa arte foi através de seu pai, baiano que apreciava a boa música popular brasileira e influenciou a filha. Mas só em 2000, aos 13 anos de idade, que Cristhiane de Lis descobriu o dom para cantar, quando ingressou no coral da igreja. A partir daí iniciou suas aulas de canto. 

Em 2009, já com 22 anos, cantou no “Café Filosófico”, evento promovido pela Faculdade FAMA. Marco inicial de sua profissionalização, permitindo a gravação do primeiro CD demo, com 18 faixas de MPB, patrocinado por Fernando Lins e Jorge Lins, dois nomes do cenário cultural sergipano. A interpretação da música Viver Aracaju, de Ismar Barreto, foi destaque nessa obra, sendo ecoada nas rádios sergipanas.

Participou como cantora-intérprete da Festa Troféu Sanfona de Ouro em 2009. Cantou em trilhas sonoras de peças teatrais do Grupo Raízes. Se apresentou em diversos projetos culturais promovidos pelo SESC Sergipe, como no Natal das Gerações, Sarau Poético, e Meio-Dia Cultural. Em 2015 participou da primeira edição do festival de música popular “Um Banquinho e Uma Canção”, promovido pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), em parceria com o Instituto Banese. Estreou o Projeto “Sergipe em Canto”, promovido pela TV Sergipe, com a música autoral Terra Boa de Amar, a qual lhe consagrou o prêmio na categoria música revelação nos “Destaques da Cultura de Sergipe 2017”. Em sua trajetória, já foi acompanhada pelos músicos Diego Lima, Felipe Freitas, Welisson Fontes, Rubão, Ton Toy, Fábio Oliveira, Bob Zé, Lito Nascimento, Fernando Freitas, Edson Farias e Manoel Neto.

Fonte: Infonet


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