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Governador discute melhorias para os médicos que atuam no Huse e na maternidade Nossa Senhora de Lourdes

23/05/2018

O governador pediu a compreensão dos médicos ao explicar que é preciso controlar o impacto financeiro das decisões na folha de pessoal. Ele disse que o Estado já está com 48,7% do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal

Atendendo a convite do Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), o governador Belivaldo Chagas participou, nesta terça-feira, 22, de uma reunião-almoço, na sede da entidade, na qual foi discutida assuntos de interesse da categoria. O governador considerou a reunião proveitosa por poder ouvir as reivindicações dos médicos que atuam nas unidades de saúde do Estado, dentre elas o Hospital de Urgência (Huse) e a Maternidade Nossa Senhora de Lourdes.

Os médicos reivindicaram ao governador a isonomia salarial entre aqueles que atuam nas unidades de saúde do Estado e que desempenham as mesmas especialidades e funções. Eles também solicitaram melhores condições de trabalho nas unidades estaduais de saúde. Belivaldo Chagas ouviu atentamente as demandas e se comprometeu em fazer um levantamento dos problemas para poder tomar uma posição na busca das soluções.

“Passamos cerca de duas horas e meia dialogando, trocando ideias, ouvindo e sendo ouvido pelos médicos. Decidimos fazer um levantamento dos problemas para poder decidir sobre o que pode ser feito daqui para frente”, ressaltou o governador.  

Belivaldo Chagas estava acompanhado dos gestores da área de Saúde do Estado: secretário de Estado da Saúde, Valberto Lima; o superintendente do Huse, Darcy Tavares; e o presidente da Fundação Hospitalar de Saúde, Jorge kleber. Também participou da reunião-almoço o secretário de Estado da Comunicação, José Sales Neto.

O governador pediu a compreensão dos médicos ao explicar que é preciso controlar o impacto financeiro das decisões na folha de pessoal. Ele disse que o Estado já está com 48,7% do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. “Na saúde todos são importantes. Longe de mim querer criar qualquer tipo de dificuldade para as diversas áreas dos profissionais de saúde. Estou aqui para me somar, mas é preciso ter cautela neste momento”, revelou.

PSS

O governador informou também o cancelamento do Processo Seletivo Simplificado (PSS) para a ocupação de cargos na Saúde e o posterior ressarcimento dos valores aos candidatos inscritos. De acordo com Belivaldo Chagas, o custo final do processo seletivo seria em torno de R$ 125 milhões por ano, aproximadamente R$ 9 milhões/mês. “Seria um grande impacto no orçamento do Estado, chegando a 55,8% do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal”, ressaltou.

Belivaldo Chagas foi o primeiro governador de Sergipe a visitar a sede da instituição. Durante o almoço, o governador fez também uma explanação de como tem sido os primeiros meses a frente do governo do Estado. “Estou focado em cuidar da Saúde e Segurança Pública, mas sem esquecer a Educação, por entender que é preciso uma atenção especial”, disse.

O presidente do Sindicato dos Médicos, José Augusto Alves de Oliveira, considerou a reunião bastante proveitosa e elogiou a iniciativa do governador em levar toda sua equipe da área da Saúde para o encontro. Para ele, isso demonstra interesse em buscar as soluções dos problemas apresentados.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:ASN


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